És-me letras desalinhadas em mãos trémulas, que por vezes prosseguem caminhos de amor. E escrevo.
Leio-te também. Ainda noutro dia, abri o livro e vi. Páginas de luxúria desenhada. Ansiada. Nesta surdez que passa. Em branco.
Imagino que não deixas escorrer as noites, filtradas de madrugada.
Poderia então conjugar-te verbo, enquanto me decifras.
Houve mesmo um dia em que o nosso olhar se apaixonou.
Se estivesses aqui agora, beijava-te.
3 comentários:
Gosto sempre de tuas lindas inspirações!
Muito legal!
beijos,tudo de bom,chica
Apaixonante.
Von
Gosto muito dos seus textos. Fico desapontado por não continuar a publicar em "ONDE O VENTO FAZ A CURVA". Por que não volta?
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